PROS contesta denúncias infundadas e se coloca à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários

Sobre a reportagem veiculada nesta sexta-feira,20, no Jornal matutino “Bom Dia Goiás” da TV Anhanguera, o Partido Republicano da Ordem Social esclarece que:

Primeiramente, a sigla não foi procurada, por intermédio de sua assessoria de imprensa, para apresentar sua versão quanto ao conteúdo divulgado. As pessoas citadas negativamente não foram sequer contatadas para prestarem esclarecimentos conforme determina o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros. Aparentemente, somente os acusadores foram ouvidos para a construção do teor da reportagem veiculada, o que demostra a falta de comprometimento e seriedade na apuração dos fatos, já que o correto seria ouvir ambas as partes. Ademais, partido político não tira férias, como cita a reportagem. Embora alguns colaboradores estejam de férias, existem pessoas plenamente ativas nas tratativas partidárias.

Sobre as declarações do Delegado de Polícia de Planaltina de Goiás, o PROS acredita que, na tentativa de se promover politicamente e intimidar adversários políticos, o mesmo teria promovido indevidamente as investigações. É importante frisar que, o pedido para que a investigação fosse remetida à Polícia Federal foi requerido pelos os advogados do Partido. No requerimento protocolado do dia 09/12/2019, foi solicitado ao Delegado-Geral da Polícia Civil do Estado de Goiás, que o Inquérito Policial nº 230/2019 fosse avocado para redistribuição à autoridade policial competente, nos termos do artigo 19, inciso VII, da Lei Estadual nº 16.901, de 26 de janeiro de 2010, em razão da falta de competência e suspeição do Delegado de Polícia Cristiomário de Sousa Medeiros.  Vale lembrar que, na mesma data, também foi protocolada uma representação contra o referido delegado, na Corregedoria da Polícia Civil do Estado de Goiás, uma vez que Cristiomário é um notório adversário político do PROS no Município de Planaltina (GO), onde perdeu as Eleições de 2016 para a chapa apresentada pelo Partido.

No que tange às acusações de Edmilson Santana da Boa Morte, o partido volta a dizer que as denúncias apresentadas são infundadas e sem provas.  A indisposição de Boa Morte com partido começou após uma série de tentativas infrutíferas de obter cargos para ele e sua esposa junto ao PROS.

Sobre as empresas mencionadas, o PROS esclarece que elas prestaram, legalmente e comprovadamente, serviços ao partido, inclusive, uma das atribuições, que se deu na expansão de presença partidária, elevou de cerca de 800 executivas municipais para mais de 3500 em determinado momento. Inclusive, o PROS, teve suas contas aprovadas pelo TSE referentes ao ano de 2014 justamente por ter apresentado os devidos esclarecimentos que envolviam, dentre o todo, as empresas citadas. A contratação delas se deu em um momento em que grande parte da força de trabalho remunerada do partido era terceirizada. Após, o partido passou a fazer as contratações de forma direta, sendo que, grande parte dos colaboradores ali presentes continuaram e continuam a trabalhar para o PROS. Com relação ao que foi feito do CNPJ, se dado baixa ou não, se a razão social teve ou não a nomenclatura alterada ou troca de responsáveis, não compete ao PROS a responsabilidade. O partido reforça que o Caio citado na reportagem nunca foi responsável por qualquer uma das empresas enquanto prestaram serviços para o partido. Diante dos fatos, cabe destacar que a menção do atual responsável pelo CNPJ é fantasiosa, grave tendenciosa e com aspectos de situação “arquitetada”, principalmente, por tentar implicar um colaborador do partido em uma falsa tentativa de suborno.

Quanto as contratações e compras feitas pelo PROS e suas instituições vinculadas, é importante frisar que todas essas contratações passam por rigoroso processo de análise, principalmente orçamentária antes de serem efetivadas. A tentativa de veicular a Fundação Partidária ligada ao partido a supostas irregularidades ao citar o gasto de cerca de dois mil reais em serviços comprovadamente prestados e plenamente dentro do preço de mercado comprova a atitude de má fé contra a sigla.

Já sobre as viagens citadas na reportagem, cabe destacar que as mesmas não apresentam qualquer relação com recursos públicos, por se tratar de atividades privadas que podem ser tranquilamente comprovadas.

Por fim, PROS contesta todas as informações e reitera ser vítima de um processo de desgaste de imagem, fruto de denúncias de pessoas que tentaram impor algum tipo de irregularidade que não foi aceita pela a administração do partido. Neste sentindo, a Legenda volta a se colocar à disposição, como sempre esteve, para prestar todos os esclarecimentos necessários. O partido reforça sua confiança na justiça e o respeito ao jornalismo sério.