“Precisamos garantir mecanismos para amparar as mulheres que ainda sofrem caladas”, diz Clarissa Garotinho

Embora seja uma data de comemorações, o dia 8 de março propõe reflexões que vão muito além de celebrar o Dia Internacional da Mulher.

O Mapa da Violência do Conselho Nacional de Justiça mostra que o número de mulheres assassinadas aumentou no Brasil. Segundo os dados divulgados no início de fevereiro pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos da ONU, em 2019, já foram registrados 126 assassinados de mulheres e 67 tentativas de feminicídio.

A deputada federal Clarissa Garotinho (PROS-RJ)  considera a lei que altera o Código Penal transformando os crimes contra a vida de mulheres como hediondos, um grande avanço, porém, defende outros mecanismos para amparar as mulheres vítimas de violência doméstica. “Infelizmente o Brasil é o quinto país do mundo em morte violenta de mulheres. A Lei  13.104, transformando o feminicídio em  crime hediondo, que tive a honra de ajudar aprovar no Congresso, é  um grande avanço.  Mas precisamos ir além para ajudar as mulheres que são vítimas de violência e ainda não tem coragem de denunciar seus agressores. Precisamos garantir mecanismos para encorajar e amparar essas mulheres que ainda sofrem caladas”, defendeu a parlamentar.

A deputada usa com frequência suas redes sociais para chamar a atenção para a importância da denúncia. “Precisamos mudar essa realidade tão cruel! É importante denunciar! Disque 180. Procure uma delegacia! Não se cale! Peça ajuda!”, orienta Clarissa.

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