A data de 31 de maio é lembrada como o Dia Mundial Sem Tabaco para alertar a população sobre a importância de evitar o consumo do tabaco. O tema escolhido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para a campanha deste ano é “Tabaco: uma ameaça ao desenvolvimento”.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, a epidemia de tabagismo continua sendo a maior ameaça à saúde pública que o mundo já enfrentou, matando cerca de 7 milhões de pessoas por ano custa aos lares e aos governos mais de US $ 1,4 trilhão, em razão de despesas com saúde e da perda de produtividade. Os produtos de tabaco matam dois em cada três de seus consumidores e afetam também a saúde de pessoas que não fumam (fumantes passivos).
No mundo, o tabagismo responde:
-12% das mortes de pessoas acima dos 30 anos;
-14% das mortes por doenças crônicas não transmissíveis (como câncer, doenças cardiovasculares, doenças respiratórias);
-5% das doenças transmissíveis (como tuberculoses e infecções do trato respiratório inferior).
Esse número é projetado para aumentar para 8 milhões a partir de 2030, e a maioria das mortes (80%) ocorrerá nos países de média e baixa renda. Segundo a OMS, o tabagismo passivo mata cerca de 600 mil não fumantes todos os anos no mundo, dos quais 165 mil são crianças menores de 5 anos.
A cadeia de produção de tabaco também é prejudicial para o meio ambiente (causa desmatamento), traz problemas sanitários e sociais para os agricultores que produzem tabaco.
No Brasil a Lei Antifumo (12.546) aprovada em 2011, mas regulamentada em 2014, proíbe o ato de fumar cigarrilhas, charutos, cachimbos, narguilés e outros produtos em locais de uso coletivo, públicos ou privados, como halls e corredores de condomínios, restaurantes e clubes – mesmo que o ambiente esteja parcialmente fechado por uma parede, divisória, teto ou toldo.
Em caso de desrespeito à norma, os estabelecimentos comerciais podem ser multados e até perder a licença de funcionamento.
Com informações do portal INCA e da Agência Brasil de Comunicação.

