Coincidência ou não, depois de veicular sua propaganda partidária na TV contra a reforma da Previdência, o presidente do PROS, Euripedes Junior, vem sendo atacado sistematicamente pelo jornal Correio Braziliense que fez questionamentos quanto a gestão do Partido e ilações caluniosas, sem, no entanto, apresentar nenhuma prova.
O PROS está tranquilo quanto às matérias do Correio, pois reconhece o legítimo papel da imprensa em questionar quem quer que seja. Entretanto, discorda do tom e descontextualização das matérias apresentadas.
O PROS é um dos partidos que menos recebe recursos do fundo partidário
A primeira matéria, intitulada “A bolada milionária”, passa a equivocada impressão de que o PROS recebeu valores elevados em relação aos demais partidos, quando, na verdade, o PROS é um dos que menos recebe recursos do Fundo Partidário.
Para se ter um comparativo, o PROS recebeu R$ 16 milhões em 2016, representando 2% do montante, enquanto o PT recebeu R$ 108 milhões, o PMDB R$ 86 milhões e o PSDB R$ 89 milhões.
Ou seja: juntos PT, PMDB e PSDB receberam R$ 283 milhões.
O bom jornalismo deveria apresentar essas informações.
O PROS tem uma gestão austera e inova na aplicação dos recursos
Para começar, a imprensa deveria questionar como é que são utilizados os recursos partidários pelos grandes e médios partidos.
Como foram utilizados os R$ 208 milhões do PT, PMDB e PSDB?
O PROS investiu a maior parte dos recursos recebidos na formação de um patrimônio partidário que, em última análise, é público.
Ao invés de pagar valores elevados com aluguéis, optou por comprar a sede nacional do Partido, onde dispõe de espaço para os encontros nacionais, treinamentos, cursos de formação política e espaço destinado ao estudo, pesquisa e elaboração de políticas públicas.
Do mesmo modo, investiu em equipamentos de impressão gráfica para produzir os impressos da comunicação partidária com um custo 50% menor do que pagaria para contratar os serviços de terceiros.
Essa mesma linha de raciocínio se aplica a todas as áreas da gestão do partido. E é bem diferente do que fazem os partidos convencionais que gastam milhões com aluguéis e gráficas.
O partido está aberto para discutir o uso do Fundo Partidário e desafia que seja feito o mesmo com os demais partidos.
O helicóptero do PROS
De fato, o PROS tem um pequeno helicóptero que usa para os deslocamentos regionais. À primeira vista, pode-se questionar o fato de um partido possuir um equipamento desse. Porém, mais uma vez o partido fez as contas e verificou que seria mais econômico dispor de um equipamento próprio, do que fazer como os demais partidos fazem ao alugarem de terceiros.
A diferença é que os outros partidos gastam milhões com o aluguel de aeronaves e compras caríssimas de passagens aéreas, enquanto o PROS economiza. O valor investido no helicóptero integra o patrimônio da legenda. O recurso do Partido está integralizado, visível e acessível.
Um partido com dimensão nacional, representado em 3.500 municípios e com mais de 100 mil filiados, precisa se deslocar. E o transporte é um fator decisivo para que as agremiações partidárias possam se expandir.
Despesas controladas e auditadas
O PROS é absolutamente rigoroso na aplicação dos recursos. Por conta disso, as suas despesas passam por uma auditoria prévia e são submetidas aos advogados do partido e só são aprovadas se estiverem estritamente abrangidas pela legislação partidária.
Esse procedimento interno, dá a segurança de que suas contas serão aprovadas pelos órgãos competentes.
Independência e posições firmes
O PROS vai continuar assim, tomando posições firmes contra a reforma da Previdência e contra os altos impostos.
A favor do desenvolvimento e da geração de empregos.
Com independência e responsabilidade a gente quer e vai fazer um Brasil mais PROS.
Comunicação Nacional do PROS.

