Para o deputado, o voto impresso daria mais segurança ao processo
O Tribunal Superior Eleitoral vai aumentar o número de órgãos que podem fiscalizar as urnas e o sistema seis meses antes das eleições. Além dos partidos políticos, também poderão participar o Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal, a Polícia Federal e a Controladoria Geral da União. A informação foi transmitida pelo Coordenador de Sistemas Eleitorais do TSE, José Melo Cruz, à CPI de Crimes Cibernéticos em funcionamento na Câmara dos Deputados. Membro da CPI, o deputado federal Rafael Motta (PROS-RN) questionou os técnicos do tribunal sobre a segurança e autenticidade do processo de votação eletrônica.
Mesmo com todas as informações oferecidas pelos técnicos sobre a impossibilidade de fraudes na votação eletrônica, o deputado entende que o voto impresso daria mais segurança ao processo. Um dos questionamentos feitos por Rafael Motta foi sobre conexões da urna com a rede mundial de computadores – Internet, fato negado pelos técnicos do TSE.
O voto impresso estava previsto na chamada minirreforma eleitoral, aprovada em Setembro pelo Congresso, mas foi vetado pela presidente Dilma Roussef. “A minha preocupação é em relação à campanha majoritária, precisamos saber se há irregularidades no processo de votação para corrigir os erros”, disse o deputado.


