Em entrevista, Senador Fernando Collor afirma que Governo sem base sólida não dura

Em entrevista concedida ao Correio na última semana, o senador Fernando Collor (PROS-AL) falou sobre sua chegada à Presidência da República no pleito que completa 30 anos no próximo dia 15 de novembro. Na época, Collor se tornou o brasileiro mais jovem a tomar assento no terceiro andar do Planalto após vencer uma disputa acirrada na primeira eleição direta após a ditadura de 1964.

Com a expressão “Já vi esse filme”, o ex-presidente fez a sua avaliação do Governo Atual ao comparar as relações com o Congresso nas duas gestões. “Parece que está passando novamente na minha frente. Certos episódios e eventos me deixam muito preocupado, talvez não cheguemos a um bom termo sobre o mandato mal exercido pelo Presidente da República .A começar por essa falta de interesse em construir uma base sólida de sustentação no Parlamento”, disse o senador, ao avaliar que errou ao não colocar essa construção como prioridade desde o primeiro dia de seu governo.

Collor disse torcer para que o desfecho desta postura não seja a mesma ocorrida em setembro de 1992, quando a Câmara aprovou a abertura do processo de impeachment. O parlamentar fez um alerta, inclusive, para o uso das redes sociais, algo que não havia na sua época: “Isso é um perigo. O presidente incorre num erro grande, na minha avaliação, quando ele delimita a sua interlocução a um nicho de 15%, 20% da população, que são aqueles considerados bolsonaristas puros de origem. Eles não representam a nação brasileira”, afirmou.

Questionado sobre o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, o senador considerou a prisão do petista imerecida e disse se arrepender de ter levado Mirian, a mãe de Lurian, filha mais velha de Lula, ao horário eleitoral gratuito de 1989, acusando o candidato do PT de lhe propor um aborto. “Me arrependo. Se tivesse visto a gravação, não teria autorizado que aquilo fosse ao ar. Foi de muito mau gosto”, completou.

Sobre suas expectativas, Collor deseja que a história lhe julgue como um “homem à frente do seu tempo”, referindo-se à abertura da economia e de mentalidade naquele início dos anos 1990.

Confira a entrevista na íntegra: http://fernandocollor.com.br/governo-sem-base-solida-nao-dura-diz-collor-em-entrevista-ao-correio/?fbclid=IwAR26-pWyi4CqVCmOByi6UG4J_1D6wGdkomQjMmAmcMYRjxUIOAH_GIAjsf8

 

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