Frente do trânsito vai propor medidas para reduzir violência

No relançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa do  Trânsito Seguro, na semana passada, deputados e gestores públicos defenderam a integração entre os poderes para criar medidas que reduzam a violência no trânsito. A frente existe desde 2003 e uma de suas metas é contribuir para que o Brasil atinja meta estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2010 que diz que os países devem reduzir em até 50% o número de mortos e feridos pela violência no trânsito até 2020.

Para o presidente da frente, Deputado Hugo Leal (PROS/RJ), é fundamental que os entes federais, estaduais e municipais, assim como outras instâncias do Poder Público, atuem em conjunto para elaborar medidas efetivas. Hugo Leal foi autor da Lei Seca (Lei 11.705/08), aprovada em 2008.

“Não pode cada um achar que está fazendo seu trabalho e ninguém coletar o que está acontecendo no âmbito geral – quantos acidentes, por que estão acontecendo e o que fazer para evitar. E aí não tem o que dizer se a rodovia é federal, estadual ou municipal. O que interessa é como nós estamos dispostos a trabalhar, em conjunto, integrados, para trazer resultados.”

Segundo relatório da ONU, os acidentes são a causa número um de mortes de jovens entre 15 e 29 anos no mundo, com 1,24 milhão de óbitos por ano. O estudo da ONU também aponta que três em cada quatro mortes são de pessoas do sexo masculino. No Brasil, entre 2000 e 2011, o número de mortes nas vias públicas aumentou 49,2%, de acordo com o Mapa da Violência, elaborado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais.

Autora do PL  5568/13, que criminaliza a embriaguez no trânsito, a deputada Keiko Ota (PSB/SP) defende mais rigidez para evitar acidentes. A matéria foi resultado de proposta de iniciativa popular lançada pela campanha “Não Foi Acidente”. “A gente tem que trabalhar em duas pontas: a prevenção, por cultura de paz, e também com leis mais duras.” Acidente – No lançamento da Década Mundial de Ação pela Segurança Viária, em 2010, a ONU reiterou que a palavra “acidente” é inadequada para definir acontecimentos no trânsito com mortos e feridos, pois acidentes são inevitáveis e a maioria dos casos ocorre por causas previsíveis.

Fonte: Jornal da Câmara

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