O governador José Melo (PROS), candidato à reeleição, participou na última segunda-feira (13), da sabatina realizada pela Rede Amazônica. Melo foi entrevistado no Jornal do Amazonas e no site G1 Amazonas. O candidato da coligação ‘Fazendo mais por nossa gente’ respondeu sobre temas polêmicos, falou sobre apoio presidencial e destacou alguns dos principais investimentos que planeja fazer em seu futuro governo.
“Eu vou reduzir o custeio do Estado e aplicar na educação porque considero a educação o bem mais precioso. Quero dar ao professor e professora o que precisam para em sala de aula oferecer a melhor aula e, com isso, perseguirmos a qualidade”, explicou José Melo.
Segundo Melo, a profissionalização técnica também será reforçada como forma de garantir mão de obra especializada para o mercado de trabalho. Além da ampliação do Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam), que ganhará 14 novos núcleos no interior e um em Manaus, a proposta é utilizar escolas estaduais para a formação especializada.
“Temos a Zona Franca prorrogada garantindo que muitas empresas venham para cá, nossas políticas públicas voltadas para o surgimento de novas atividades econômicas que também vão gerar empregos. Através do Cetam vamos oferecer especialização e oportunidade de acessar esse mercado. Na rede de ensino, nos momentos em que as salas não têm aulas, ofereceremos cursos para treinar os jovens para o mercado de trabalho”, ressaltou.
Melo revelou ainda que planeja estender o modelo de incentivos tributários aplicados às indústrias do Polo Industrial de Manaus como forma de desenvolver novos polos econômicos no Estado, como a piscicultura e a criação de uma indústria petroquímica, de fertilizantes, e polo de Biocosméticos e fármacos. Além da redução do ICMS, a proposta é oferecer terrenos para a instalação das novas iniciativas econômicas.
“Os incentivos estão aí. Esse é o grande atrativo para as indústrias e, para esses novos polos vamos, estender os atuais incentivos das áreas do polo industrial para que esses novos polos também possam funcionar”, afirmou.



