O líder do PROS no Senado Federal, Telmário Mota (RR), se posicionou de maneira contundente contra a aprovação da PEC do Orçamento de Guerra (PEC 10/2020), que permite que os gastos emergenciais com o combate à pandemia de coronavírus sejam separados do Orçamento da União.
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Para o senador, a PEC é desnecessária, porque o decreto que reconhece a calamidade pública do país já facilita contratações do governo nesse período.
A PEC do Orçamento de Guerra muda o regime fiscal e financeiro, e autoriza o Banco Central a comprar e vender títulos privados, para ajudar empresas em dificuldades em virtude da crise deflagrada pela pandemia do novo coronavírus.
“Sabe quem vai ser o beneficiado? Os banqueiros! Sabe qual é o estoque de moedas podres, de papéis podres? R$1 trilhão! Portanto, essa PEC é um engodo. Essas mãos jamais vão tirar dinheiro do pobre, para botar no bolso dos ricos. O Brasil não aguenta mais esses banqueiros. São oportunistas, e nesse momento estão se aproveitando de uma crise que abala toda a sociedade, para vender os seus papéis podres ao Banco Central. Eu digo “não” à essa imoralidade”.
Telmário Mota
Líder do PROS no Senado Federal
A matéria foi aprovada em primeiro turno nesta quinta-feira, 16, durante a 12ª sessão remota do Senado Federal. Nesta sexta-feira, 17, ocorrerá a votação do segundo turno.
A senadora Zenaide Maia (PROS-RN) também foi contrária à aprovação da matéria, que na avaliação do PROS coloca o Brasil de joelhos para o sistema financeiro.
Com informações da Agência Senado

