A proposta é chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito. Acompanhando a ideia de outros movimentos, como o Outubro Rosa e o Novembro Azul, os quais tratam dos temas câncer de mama e próstata, o “MAIO AMARELO” estimula a conscientização dos riscos sobre o comportamento de cada cidadão no trânsito.
A expectativa é tratar os acidentes de trânsito como uma verdadeira epidemia e acionar a população a adotar o comportamento mais seguro e responsável, visando a prevenção da sua própria vida e dos demais.
O deputado federal Felipe Bornier (PROS-RJ) disse que o “Maio Amarelo” é uma ação de conscientização.
“Tenho feito a minha parte com meu Projeto de Lei 2976/11, pronto para ser votado no Plenário, que determina a realização do teste de impacto (Crash Test) em veículos fabricados ou montados no Brasil. O teste serve para comprovar a capacidade de resistência do veículo no caso de colisão, isso ajuda muito a reduzir possíveis danos a condutores e passageiros em acidentes de trânsito. Peço apoio de todos para compartilhar ações como essa e fortalecer o movimento para promover a segurança no trânsito em todo o País”, explicou.
O deputado federal Toninho Wandscheer (PROS-PR) destacou um canal no YouTube, criado pelo Detran Paraná, com alguns depoimentos de pessoas que causaram e sofreram acidentes. Confira: http://bit.ly/1UPOHIt
“Aqui uma das 31 histórias que o trânsito ajudou a escrever. Depoimentos inspirados em fatos reais que nos fazem tomar ainda mais cuidado nas ruas e nas estradas. A ação faz parte do Maio Amarelo, movimento mundial de alerta ao trânsito, e é realizada pelo Detran-PR. Participe da campanha”.
Segurança no trânsito
A Assembleia-Geral das Nações Unidas editou, em março de 2010, uma resolução definindo o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito”.
O documento foi elaborado com base em um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) que contabilizou, em 2009, cerca de 1,3 milhão de mortes por acidente de trânsito em 178 países. Aproximadamente 50 milhões de pessoas sobreviveram com sequelas.
O Brasil aparece em quinto lugar entre os países recordistas em mortes no trânsito, precedido por Índia, China, EUA e Rússia e seguido por Irã, México, Indonésia, África do Sul e Egito. Juntas, essas dez nações são responsáveis por 62% das mortes por acidente no trânsito.
A chave para a redução da mortalidade, segundo o relatório, é garantir que os estados-membros adotem leis que cubram os cinco principais fatores de risco:
dirigir sob o efeito de álcool, o excesso de velocidade, não uso do capacete, do cinto de segurança e das cadeirinhas. Apenas 28 países, que abrigam 7% da população mundial, possuem leis abrangentes nesses cinco fatores.
Com informações do site maio amarelo.

