A comissão especial da reforma política iniciou os trabalhos nesta terça-feira (24) e aprovou uma série de requerimentos para a realização de audiências públicas. Entre outros, os deputados vão discutir o tema com representantes de entidades da sociedade civil, como a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e sindicatos.
Também serão convidados para os debates o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes; o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Dias Toffoli; e o procurador-geral eleitoral, Rodrigo Janot. Ainda não foram definidas as datas das audiências.
O relator da Comissão Especial da Reforma Política, deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), apresentou o seu plano de trabalho. Ele sugeriu que sejam realizadas duas reuniões por semana, nas terças à tarde e nas quintas pela manhã, o que, segundo ele, já foi acertado com o presidente do colegiado, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ).
Depois das reuniões com as entidades, o relator propõe que haja de duas a quatro sessões para que os parlamentares se concentrem nos temas principais: financiamento de campanha e sistema eleitoral.
Marcelo Castro fez ainda um apelo para que os parlamentares compareçam à comissão com o espírito de fazer o melhor para o Brasil. “Temos que aprovar uma reforma que passe no Plenário e melhore o sistema eleitoral”, ressaltou.
Com Agência Câmara


